quinta-feira, junho 26, 2008

Sincretismo D’Água

Nos grandes ciclos
Não existem rixas entre as Orixás D’água – D’avila
A tempestade forte e guerreira cai dos céus
E Iansã penteia os cachos das cachoeiras
Em toda a sensualidade de Oxum

Nas águas espelhadas do rio
Por intermédio de Euá
O grande encontro de rio e mar
As Orixás retornam também a Grande Mãe

As Ondinas em festa pelos ventos de Oyá
Banham Nanã na surpresa dos mangues e
Navegam das águas doces às salgadas
Contornando os ciclos aquáticos dos Reinos Fluídicos
Que correm para abraçar Iemanjá, a Deusa do Mar.

Um comentário:

Silvião Côrtes disse...

Olá Bella, estive aqui novamente. Grande beijo!